sexta-feira, 3 de abril de 2009

A GRANDE OLIMPÍADA

Há alguns anos, nas olimpíadas especiais de Seattle, Estados Unidos, nove participantes, todos portadores de deficiência mental ou física, alinharam-se para o início da corrida de 100 metros rasos. Ao sinal da largada, os atletas partiram, não exatamente em disparada, mas com vontade de dar o melhor de si e alcançar o objetivo: terminar e ganhar a corrida. Entretanto, nesse momento, um dos participantes sofreu uma queda e, sentindo muita dor, começou a chorar. Os demais participantes ouviram o choro, diminuíram os passos, olharam para trás e voltaram ao início.
Uma das meninas, com síndrome de Down, ajoelhou-se, deu um beijo no jovem e disse: Pronto, agora vai sarar. Em seguida, os nove competidores deram-se os braços e andaram juntos até a linha de chegada. O estádio inteiro levantou e aplaudiu durante vários minutos. As pessoas que estavam ali, naquele dia, continuam repetindo essa história até hoje como exemplo de solidariedade e de luta pela inclusão de todos os que sofrem discriminação por serem portadores de alguma deficiência.
Nesta vida o importante é ajudar os outros a vencer, mesmo que isso signifique diminuir o passo ou mudar de rumo.
Onde e quando somos convocados para sermos solidários? E que ensinamentos podemos tirar desta pequena historia para nossa família, para nossa comunidade e em nosso trabalho na luta contra as várias formas de violência?
Mensagem retirado do site http://www.pallotti.com.br/rainha

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